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O Egito Antigo, um alento ao nosso futuro

O Egito Antigo ainda entoa as canções da vida eterna em nosso tempo. Aquela civilização de grandeza espiritual inestimável, por nós, ainda repercute em nossa memória espiritual como um alento ao nosso futuro.

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O futuro da humanidade está escrito no passado distante dos milênios que guardam o mistério da nossa origem, nos mais ricos legados deixados desde quando foram semeados na Terra por aqueles que foram os exemplificadores das verdades espirituais eternas, que floresceram na “terra vermelha” do Egito Antigo.

Segundo o historiador Heródoto (+-500 AC), “de todas as nações do mundo, os egípcios são os mais felizes, mais saudáveis e mais religiosos.”
Emmanuel, no livro A Caminho da Luz psicografado por Chico Xavier, diz que, “dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia fora os que se destacavam na prática do bem e no culto da verdade.”

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Nós ainda não compreendemos e tentamos explicar seu modo de vida por nossas concepções atuais e pelo modelo de interpretação da história que foi desenvolvido no meio acadêmico. Mas isso é simplesmente impossível e não vai nos levar a nenhuma compreensão. Para podermos compreender aquela civilização especial devemos considerar a sua mística, a maneira como eles viviam espiritualmente aqui no mundo.

CORPUS HERMETICUM

Do livro Corpus Hermeticum, Hermes Trismegisto, Ed. Polar, página 250, tirei um trecho do diálogo de Hermes com seu discípulo Asclépio:

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“Então ignoras, Asclépio, que o Egito é a imagem do céu, ou melhor, a qual é a projeção aqui embaixo de toda a ordem das forças celestes? Se devo dizer a verdade, nossa terra é o templo do mundo todo! No entanto, como os sábios devem prever tudo, há uma coisa que deveis saber — virá um tempo em que parecerá que os egípcios observaram em vão o culto dos deuses com tanta piedade.

Toda santa adoração será ineficaz e estéril, suas invocações não serão atendidas. Os deuses, deixando a Terra, voltarão ao Céu, abandonando o Egito, sua antiga morada, e o deixará viúvo e privado da presença de seus deuses.

VISÕES E PROFECIAS

Ó! Egito, Egito!, só restarão de teus cultos relatos vagos nos quais a posteridade não acreditará. Nada restará além de palavras gravadas nas pedras contendo teus relatos piedosos. O cita ou o hindu, ou algum outro vizinho bárbaro habitará e Egito.

A divindade voltará ao Céu; a humanidade, abandonada, morrerá inteira; e o Egito, sem homens e sem deuses, não passará de um deserto. Eu me dirijo a ti, Rio santíssimo, e te anuncio o futuro. Ondas de sangue te inundarão até as margens e trasbordarás, e não apenas as tuas ondas divinas serão poluídas por esse sangue, como também ele fará com que saias de teu leito; e o número de mortos ultrapassará o dos vivos; e se alguns sobreviverem, serão egípcios apenas quanto à língua, mas estrangeiros quanto aos costumes.” — Corpus Hermeticum, Hermes Trismegisto, Ed. Polar, pág. 250

O IDÍLIO DO LÓTUS BRANCO

Do livro O Idílio do Lótus Branco, Mabel Collins, Ed. Teosófica, páginas 123/124:
“O Egito está morto, mas seu espírito vive, e o conhecimento que era seu ainda é cultivado naquelas almas que se conservam fiéis ao elevado e misterioso passado”. Sabem que da profunda cegueira e desarticulação de uma era de descrença, erguer-se-ão os primeiros sinais do esplendor futuro.

O que está por vir é mais grandioso, mais majestosamente misterioso que o passado. Pois enquanto toda a vida da humanidade alça-se por progressos lentos e imperceptíveis, seus mestres bebem sua vida de fontes mais puras e levam sua mensagem do âmago da vida.

O clamor já ressoou por todo o mundo. As verdades ditas claramente. Despertem! Almas entrevadas da terra, que vivem com os olhos voltados para o chão, ergam esses olhos enevoados e deixem que entre a percepção!

A vida contém mais que a imaginação do homem pode conceber. Enfrentem ousadamente este mistério, e peçam nos recantos obscuros de suas almas a luz para iluminar aqueles recantos da individualidade para os quais estiveram cegos durante mil vidas.

Muito embora de corpos morenos, o Egito está como uma flor branca em meio às gentes da terra, e os ledores dos hieróglifos, dos velhos escritos hieráticos, os professores e pensadores da atualidade não terão capacidade para macular as pétalas daquele grande botão de lótus do nosso planeta.

Não conseguem enxergar a raiz do lótus, nem tampouco a luz do sol rebrilhando nas pétalas. Nada podem observar do botão real, nem podem desfigurá-lo com a jardinagem moderna, pois isto está muito acima do seu alcance. Este lótus cresce acima da estatura do homem e seu bulbo se alimenta nas profundezas do rio da vida.

A VOZ DO ANTIGO EGITO

A Origem dos egípcios
Do livro A Voz do Antigo Egito, Francisco Valdomiro Lorenz, Ed. Federação Espírita Brasileira, páginas 19/20; 37; 49 e 56/57:
“A história do Egito principia pouco depois do Dilúvio. O historiador grego Heródoto diz que desde o começo do reinado de Menés, o primeiro rei histórico do Egito, até a conquista do país pelos persas decorreram 11.340 anos; disto se deduz que o dito Menés teria subido ao trono uns 11.800 anos antes da era cristã. Segundo Diodoro, Menés teria vivido uns 5.000 anos antes da nossa era.

Mesmo que este cálculo seja mais verossímil que o de Heródoto, temos de ponderar que, naqueles tempos, os egípcios já sabiam escrever e tinham leis codificadas; é, pois, certo que antes daquela época haviam decorrido séculos, durante os quais aquele povo se formava e se consolidava.

Os historiadores dizem que os primeiros reis egípcios, os que precederam a Menés, pertenciam a uma “dinastia de deuses”. Com o termo “deuses” é preciso entender heróis e sábios que governavam pela forma teocrática. O Sacerdote Maneto afirma que o reinado da dinastia divina durou 13.420 anos; teria, pois, começado, segundo a cronologia de Diodoro, a uns 18.400 anos antes do Cristo.” — A Voz do Antigo Egito, Francisco Valdomiro Lorens, Ed. Federação Espírita Brasileira, pág. 19/20

A Esfinge

“Fitando o espaço, ergue-se nos limites do deserto a enorme e enigmática Esfinge, esculpida na rocha, e tendo o corpo de leão com a cabeça humana”. A princípio foi uma estátua completa, de mais de 22 metros de altura; pouco a pouco, com o decorre do tempo, o seu corpo foi submergindo na areia que os ventos de Gizé levavam para o deserto. No décimo quarto século antes da nossa era, Tahutimes, a quem os gregos chamaram Thotmes, jovem príncipe da XVIII dinastia, sonhou que o deus da Esfinge se lhe apresentou e disse — “A areia da região onde tenho a minha existência cobriu-me. Promete-me que a afastarás, quando subires ao trono, e eu te auxiliarei e terás um reinado longo e próspera.” — A Voz do Antigo Egito, Francisco Valdomiro Lorens, Ed. Federação Espírita Brasileira, pág. 37.

Travessia SPA

Parceria com o Instituto luz da consciência: leia o artigo na íntegra https://luzdaconsciencia.com.br/artigos/193-o-egito-antigo-e-o-futuro-da-humanidade.html


Rosa Capitani — Terapeuta

Criadora do Blog / Proprietária Travessia SPA

Contatos: https://vbc008.com/spa

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Sobre o Autor

Luìz Trevizani - CRT 36768

Psicoterapeuta holístico e metafísico, consultor pessoal e de Numerologia Cabalística, palestrante e pesquisador da consciência humana, professor e diretor do Instituto Luz da Consciência de Numerologia Cabalística, desenvolvendo atividades no campo do autoconhecimento.

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